domingo, 27 de fevereiro de 2011

Novo vestiário

Amanhã será inaugurado o novo vestiário do time profissional em São Januário. O novo vestiário não deve nada aos padrões europeus. Possui mesas de massagem com duchas, banheiras, saunas, hidros e os armários são personalizados.
Nas paredes podemos encontrar nomes dos grandes ídolos vascaínos, a linda história vascaína e imagens dos grandes momentos do clube.
O Vasco passa por um periodo de reformas. Essa semana já havia terminado a nova pintura das arquibancadas. O desenho da pintura foi escolhida pelos sócios através do site "o Vasco é meu".

veja abaixo a matéria apresentada no Esporte Espetacular de hoje:


Essas reformas são importantes, mas como elas só aconteceram agora perto das eleições, fica aquela sensação de obras eleitorais, que nossos políticos costumam fazer. O investimento em São Januário é muito legal, mas precisamos mais de investimento no time, precisamos de jogadores com qualidade, precisamos gritar novamente "É CAMPEÃO!"

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Não foi possível fazer a análise do ultimo jogo

Peço desculpas aos leitores do blog, mas devido a compromissos profissionais, não pude fazer a análise pós-jogo entre Comercial-MS 1 x 7 Vasco. Espero que isso não volte a ocorrer e continuamos em busca de colaboradores, interessados entrar em contato pelo e-mail expressodavitoria@hotmail.com.

Saudações Vascaínas.

Fernando Horta não vai concorrer as eleições vascaínas, entenda:

Alegando divergências entre o grupo que ele lidera e o grupo do ex-presidente vascaíno Eurico Miranda, Fernando Horta retirou sua candidatura à presidente do Vasco.
O presidente da escola de samba Unidos da Tijuca, atual campeã do carnaval carioca, era visto como o grande adversário para a reeleição de Roberto Dinamite. Com a desistência, o atual presidente vascaíno, passa a ter grandes chances de se reeleger.
Não é que não vai haver oposição, pois temos as candidaturas do ex vice-presidente de marketing da gestão Dinamite, José Henrique Coelho, do empresário Leonardo Gonçalves, da cruzada vascaína e também de Nelson Medrado Dias. Mas aparentemente nenhum desses candidatos parece ter força suficiente para derrubar a atual gestão.
É provável que o grupo do Eurico Miranda lance um novo candidato, mas ainda não a um nome certo, o próprio Eurico Miranda pode acabar vindo como candidato.
Apesar de não ter assumido, a divergência entre Eurico e Horta se deve ao fato de que o Eurico exigia ser nomeado Vice Presidente de Futebol e receber total liberdade para exercer a função, ele queria que suas decisões sobre o departamento de futebol fosse soberanas. Horta não concordou e para não rachar de vez a oposição, preferiu retirar sua candidatura.
Por mim, nem a antiga diretoria e nem a atual diretoria mereciam ser eleita, eu preferia dar oportunidade a um novo grupo político.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Precisa-se de colaboradores

Queridos leitores, estou tendo problemas no meu trabalho e anda difícil manter o blog e o twitter atualizados, então estou procurando colaboradores para me ajudar a manter o blog sempre com posts novos. os interessados entrar em contato pelo e-mail expressodavitoria@hotmail.com. É necessário escrever bem e, logicamente, falar sobre o Vasco. Precisa postar pelo menos 1 vez por semana.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Saiba mais sobre Diego Souza

O Vasco está próximo de anunciar o Diego Souza, meia que joga atualmente no Atlético-MG. O jogador viveu seu melhor momento quando jogava pelo Gremio em 2007. O meia tem ligações com dois rivais do Gigante da Colina. Ele foi formado no Fluminense e quando foi contratado pelo Flamengo, disse que era torcedor do time rubro-negro desde a infância. Conheça um pouco mais sobre a carreira do Diego Souza.

Carreira:

Diego Souza iniciou sua carreira no Fluminense, em meados de 2003. Jogou mais dois anos pelo Tricolor Carioca, até ser vendido ao Benfica, por volta de maio de 2005.

Sem atuar uma vez sequer pelo clube português, acabou sendo emprestado ao Flamengo, dois meses mais tarde. Ao chegar no Flamengo declarou-se torcedor Rubro-Negro desde criança. Porém, fora de forma e acima do peso, não teve um bom rendimento e, assim sendo, acabou sendo devolvido ao Benfica.

Em 2007, o Benfica tornou a emprestar Diego Souza a um clube brasileiro, no caso, o Grêmio.

Mais magro e, em excelente fase técnica, veio a se transformar em um dos principais jogadores daquela equipe gremista, que conquistaria o Campeonato Gaúcho de 2007 e o vice-campeonato da Copa Libertadores da América de 2007.

Valorizado, após sua ótima passagem pelo Grêmio, teve seu passe comprado pela empresa Traffic, junto ao Benfica, por 3,75 milhões de euros.

Em seguida, no início de 2008, quando Grêmio e São Paulo o disputavam, Diego acabou decidindo-se por ir jogar no Palmeiras, de Vanderlei Luxemburgo, treinador da equipe Alviverde na ocasião, conquistando o Campeonato Paulista do mesmo ano. Na final, o Palmeiras encarou a Ponte Preta, onde venceu os 2 jogos, por 1 a 0 no Estádio Moisés Lucarelli e por 5 a 0 no Palestra Itália, partida em que Diego Souza foi expulso.

Na temporada de 2009, novamente pelo Campeonato Paulista, o jogador se exaltou e acabou sendo expulso. O Palmeiras perdeu por 2 a 1 para o Santos e acabou sendo eliminado, em partida válida pelas semi-finais da competição, quando Diego Souza deu uma rasteira no zagueiro Domingos, que havia acabado de entrar em campo.

Porém, ainda no mesmo ano, com boas atuações pela equipe paulistana no Campeonato Brasileiro, em setembro foi convocado por Dunga para defender a Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Após passagens por seleções de base, o jogador estreou pela seleção principal contra a Bolívia, em La Paz, no dia 11 de outubro, quando os brasileiros foram derrotados por 2 a 1. Diego Souza teve atuação discreta e na ocasião, o Brasil perdeu uma invencibilidade de 19 jogos.

Em 29 de novembro de 2009, na partida contra o Atlético Mineiro (vitória palmeirense por 3 a 1), Diego fez o gol mais bonito da sua carreira e, possivelmente, o mais bonito do Estádio Palestra Itália, onde chutou a bola "de primeira" e de "voleio" do meio de campo, encobrindo o goleiro uruguaio Fabián Carini.

Em 7 de dezembro de 2009, foi eleito o "Craque do Brasileirão" pela CBF, em evento realizado no Vivo Rio. Cerca de 500 pessoas relacionadas ao futebol participaram da votação. Porém, o Palmeiras que brigava pelo título, liderou a competição e perto do fim era apontado por muitos como o favorito para a conquista, após grande queda de rendimento, perdeu a liderança, não a recuperando mais e, na última rodada, ainda com chances de título, após perder para o Botafogo, no Engenhão, sequer conseguiu vaga para a Copa Libertadores da América de 2010. Com isso, Diego Souza foi duramente criticado, sobretudo pel aMancha Alviverde, principal torcida uniformizada do Palmeiras, que chegou a dar o "troféu pipoca" ao atleta, acusado de sumir em campo nos momentos decisivos do campeonato.

Em 13 de maio de 2010, Diego Souza foi afastado da equipe do Palmeiras, após dias de silêncio depois que ele foi substituído no jogo, pela Copa do Brasil, contra o Atlético Goianiense, xingando e fazendo gestos obscenos a algumas pessoas da torcida. Ele não se pronunciou, fato que gerou desgaste no elenco, acarretando no seu afastamento.

Quase dois meses depois, contra a vontade de Felipão, então técnico do Palmeiras, o atleta mudou de clube, passando a defender o Atlético Mineiro. No dia 30 de junho de 2010, Alexandre Kalil, presidente do clube, confirmou via Twitter a contratação de Diego Souza, apresentado no dia 2 de julho. O time mineiro investiu em torno de 3 milhões (cerca de R$ 6,6 milhões), por 50% dos direitos do jogador, que pertenciam à Traffic.


Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Participante do BBB11 canta música do Vasco

o BBB Maurício, assumidamente vascaíno, em conversa com outros brothers, defendeu que o Flamengo nunca foi hexa, e que só foi penta ao ganhar o título de 2009. "É só entrar lá, cbf.com.br, e conta quantos títulos o Flamengo tem, nego não sabe contar." - Disse o brother. e no final da conversa, ao ser perguntado para qual time ele torcia, Maurício cantou um trecho do Samba-enredo 'De Gama a Vasco, a epopéia da Tijuca', feito pela Unidos da Tijuca, no ano que a Escola homenageou o Vasco pelo seu centenário.
Outro fato do Maurício relacionado ao Vasco, foi durante a casa de vidro. Sempre que mostravam a ele uma camisa do Vasco, ele gritava Vascão.

veja o vídeo:


Crédito do vídeo: Reporte da Colina(@reportercolina)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Plano de Governo da Cruzada Vascaína

Caso o grupo denominado Cruzada Vascaína ganhe as eleições do Gigante da Colina, eles já estão preparados. Eles lançaram através do site do movimento (www.wordpress.cruzadavascaina.com.br) o plano de governo, que demonstra como eles iriam administrar o Vasco. Liderado pelo empresário Leonardo Gonçalves, a Cruzada Vascaína surge como opção para aqueles que não gostaram da atual administração do Roberto Dinamite e teme que o Eurico participe da administração do Vasco caso Fernando Horta seja eleito(não estamos falando que o Eurico apoia o Horta, é apenas a especulação que corre nos meios de comunicações e midias sociais). O lema do movimento é: "Não somos o 'Velho Vasco' e nem o 'Novo Vasco'. Somos Vasco"

Leia o Plano de Governo, clicando aqui.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Análise pós-jogo: América 0 x 9 Vasco

Enfim o Vasco vence e convence neste Campeonato Carioca 2011. Com uma grandiosa atuação do meia Jeferson, que vem se firmando como o principal jogador do time neste início de temporada, com destaque aos laterais Fagner e Ramon, o Vasco aplicou a maior goleada do campeonato deste ano e quebrou o recorde da maior goleada no chamado Clássico da Paz.
O América começou até bem no jogo, tanto que a primeira vez que o Vasco foi ao ataque foi aos 4 minutos de jogo, e logo neste primeiro ataque, o Vasco abriu o placar. Fagner avançou pela direita, tocou para o Éder Luis, que invadiu a área pela direita, devolveu ao Fagner, que limpou o marcador e chutou para fazer Vasco 1 a 0.
O América ainda perdeu uma boa oportunidade aos 8 minutos, em uma falha de marcação da zaga vascaína, mas a partir daí, o Vasco passou a controlar a partida, mas sem grandes ameaças ao goleiro do Mequinha.
o Vasco voltou a marcar aos 18 minutos. Em um contra-ataque puxado por Éder Luis, o atacante rolou para o Felipe, que arriscou de fora da área. A bola desvia zaga do América e enganou o goleiro, Vasco 2 a 0. O Meia que havia falado que era mais fácil a estátua do Romário fazer gol do que ele, contrariou as próprias palavras.
Logo após o retorno da parada técnica, aos 23 minutos, Ramon sofreu uma falta próximo a área que ele mesmo cobrou e ampliou o placar. Vasco 3 a 0.
2 minutos depois, Marcel marca o 4° gol vascaíno. O artilheiro do time na temporada escorou de cabeça uma cobrança de escanteio.
Aos 35 minutos, após se machucar no olho, o meia Felipe foi substituído por Enrico. Felipe que vinha sendo criticado, saiu de campo aplaudido e tendo seu nome gritado.
O dia era mesmo dos jogadores contestados pela torcida. Em seu primeiro lance na partida, Enrico recebe passe sozinho na área e toca no contrapé do goleiro. Vasco 5 a 0.
No segundo tempo, o Vasco manteve a postura ofensiva, tanto que aos 5 minutos, o Vasco já voltaria a ampliar o placar. Caíque, que substituiu Éder Luis, recebeu dentro da área e marcou o 6° gol vascaíno.
O Vasco seguiu dominando a partida, com o América se lançando poucas vezes ao ataque.
O Vasco voltou a marcar aos 18 minutos. Ramon divide uma bola com um zagueiro americano dentro da área adversária, a bola sobra para o Jeferson, que mesmo caído, toca para o Ramon ampliar. Vasco 7 a 0.
Aos 24 minutos, após boa jogada pela lateral esquerda, Jeferson invade a área adversária e chuta, marcando o 8° gol vascaíno na partida e coroa de vez sua grande atuação.
O Vasco seguiu criando oportunidades de gol, principalmente com Jeferson e Patric, que havia entrado no lugar do Marcel.
E para fechar a partida, o Vasco faz o 9° gol. Caíque vira o jogo para o Jéferson na esquerda, que rola para Enrico dar números finais à partida. Vasco 9 a 0.
Apesar de não valer nada, a partida serviu para elevar a moral do time e principalmente dos jogadores contestados como Felipe e Ramon, que tiveram seus nomes gritados pela torcida, assim como o nome do treinador Ricardo Gomes. O Próximo jogo do Vasco é contra o Comercial, pela Copa do Brasil. Nos resta usar esse tempo até a Taça Rio começar para treinar bastante e aprimorar a parte física e técnica. Mas a despedida do time da Taça Guanabara foi à altura de suas tradições.


Ficha técnica:

AMÉRICA 0 X 9 VASCO
Mota; Edson, Luiz Antônio, Ronan, Bruno Santos; Ives, Rodolpho (Thiago Panelli), Felipe Silva e Leandrinho (Allanzinho); Hugo (Wellington) e Felipe AdãoFernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Romulo, Fellipe Bastos, Felipe (Enrico) e Jeferson; Eder Luis (Caíque) e Marcel (Patric).
Técnico: LulinhaTécnico: Ricardo Gomes
Gols: Fagner, aos 4, Felipe, aos 18, Ramon, aos 23, Marcel, ao 25 e Enrico, aos 37 do primeiro tempo, para o Vasco. Caíque, aos 5, Ramon aos 18, Jeferson, aos 24, Enrico, aos 44, do segundo tempo para o Vasco.
Cartões amarelos: Bruno (América) e Fellipe Bastos e Ramon (Vasco)
Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda). Data: 12/2/2011. Árbitro:Wagner do Santos Rosa. Auxiliares: Alexandre Eller e José Carlos Batista de Arruda

Veja os gols da partida:

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Nova Coluna - Timaços

Vamos estreiar hoje uma nova coluna no blog, onde iremos contar sobre os grandes times que o Vasco formou durante seus mais de 100 anos de história. Toda segunda-feira a história de um timaço do Vasco.

Vamos começar a coluna pelo o time que ficou conhecido como Expresso da Vitória, expressão que virou sinônimo de grande time e que deu origem ao nome deste blog.


Expresso da Vitória

Expresso da Vitória é como é conhecido o que é considerado pela maioria o maior esquadrão de futebol da história do Club de Regatas Vasco da Gama e um dos maiores do Brasil, que jogou entre 1942 e 1952. A denominação teria surgido num programa musical da Rádio Nacional, onde um cantor, ao se apresentar, disse que dedicaria a música ao Vasco, chamado por ele de "Expresso da Vitória", por atropelar seus adversários em campo.

O Expresso foi o primeiro time brasileiro a ganhar um título internacional fora do Brasil, o Torneio dos Campeões Sul-Americanos de 1948. Ao todo, foram onze títulos em dez anos, sendo desses cinco Cariocas, dois vencidos de forma invicta. Formou a base da seleção carioca tricampeã do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em 1943, 1944 e 1946, e da seleção brasileira campeã sul-americana em 1949 e vice-campeã do mundo em 50, tendo no elenco da mesma oito jogadores vascaínos mais o técnico, Flávio Costa.

Em 1942 assumiu a presidência do Vasco Cyro Aranha. Naquela época, o clube vivia um incômodo jejum de cinco anos sem qualquer título dentro da cidade do Rio de Janeiro. Tentando reverter essa situação, Cyro adotou uma política de longo prazo, baseada na contratação de jovens jogadores. Foi assim que chegaram o goleiro Barbosa, o atacante Ademir, os meias Jair, Lelé, Isaías, Ely e Djalma e o ponta Chico. O técnico era o uruguaio Ondino Viera.

O primeiro título veio em 1944, com a vitória no Torneio Relâmpago. Mais tarde na mesma temporada, o elenco ainda viria a conquistar o Torneio Início e o Torneio Municipal. No Campeonato Carioca o Expresso chegou à última rodada empatado em pontos com o arqui-rival Flamengo. No final do jogo decisivo o jogador rubro-negro Valido marcou de cabeça o único gol do jogo, num lance duvidoso. O atacante teria se apoiado no zagueiro vascaíno Argemiro para cabecear. Contudo, o gol foi validado pelo árbitro e o time vascaíno acabou sendo vice-campeão.

O ano de 1945 foi o melhor do Expresso em número de títulos. O time foi bi-campeão dos Torneios Início e Municipal e campeão invicto carioca, fato que não ocorria havia mais de duas décadas. Neste carioca o escrete vascaíno produziu diversas goleadas, como os 5x1 sobre o Bangu e os 9x0 sobre o Bonsucesso, a maior goleada do torneio. O time base era composto por Rodrigues, Augusto e Rafanelli, Berascochea, Eli e Argemiro, Djalma, Ademir, Lelé, Isaías e Jair da Rosa Pinto.

Em 1946 o Vasco perdeu seu principal atacante: Ademir, que foi para Fluminense. Além dele, saía o uruguaio Ondino Viera e assumia o técnico Ernesto dos Santos. Mesmo com o importante desfalque, o Expresso ainda ganhou naquele ano o Torneio Relâmpago e o Torneio Municipal. Neste, estreava Barbosa, considerado por muitos o maior goleiro vascaíno de todos os tempos. No campeonato Carioca, contudo, o time não passou de um quinto lugar.

Em 1947 assumiu o técnico Flávio Costa, tricampeão em 1942, 1943 e 1944 pelo Flamengo, assumindo no lugar de Ernesto. Naquele ano o time foi tetracampeão do Torneio Municipal e mais uma vez campeão carioca invicto. O grande destaque da temporada foi o ataque vascaíno, composto por Djalma, Maneca, Friaça, Lelé e Chico. No Torneio Municipal foram 40 gols em 10 jogos; no campeonato estadual o time marcou 68 vezes em 20 jogos. Neste, o elenco aplicou diversas goleadas, se destacando os 14 a 1 sobre o Canto do Rio, maior placar da era profissional do futebol carioca.

Em 18 de dezembro de 1947 o Vasco recebeu o convite oficial para a disputa do Torneio dos Campeões Sul-Americanos, em Santiago, organizado pelo clube chileno Colo-Colo. Além do Vasco e do organizador, faziam parte da competição mais cinco clubes: o Nacional, campeão uruguaio de 1947; o Municipal, vice-campeão peruano do mesmo ano; o Litoral, campeão de La Paz em 1947; o equatoriano Emelec, convidado pelo anfitrião; e o River Plate,bicampeão argentino em 1941/42, campeão em 1945 e novamente em 1947. Este era o grande favorito do torneio: exercendo amplo domínio sobre o futebol argentino na década de 40, o time do River, apelidado de La Maquina (A Máquina), tinha como grande estrela Di Stéfano, considerado como o melhor jogador do mundo em sua época, enquanto o elenco argentino era apontado como o grande esquadrão sul-americano. Outro clube apontado como favorito era o Nacional; já o Vasco não gozava de tal prestígio entre a crônica internacional.

Os cruzmaltinos desembarcaram em Santiago no dia 8 de fevereiro. A delegação vascaína era composta por 26 membros sob a chefia de Diogo Rangel: o diretor, Octávio Póvoas; o médico Amílcar Giffoni; o massagista Mario Américo; o cozinheiro Laudelino de Oliveira; o árbitro Alberto da Gama Malcher; o jornalista Ricardo Serran (do jornal O Globo), o técnico Flavio Costa e dezoito jogadores. O time base era formado por: Barbosa, Barcheta, Augusto, Wilson, Rafagnelli, Ely, Danilo, Jorge, Moacir, Djalma, Nestor, Maneca, Ademir, Dimas, Lelé, Friaça, Ismael e Chico.

A estréia do Expresso ocorreu no dia 14 de fevereiro, contra o Litoral. No primeiro tempo o time vascaíno exerceu forte pressão sobre os peruanos, até Lelé abrir o marcador. No segundo tempo Lelé novamente marcou, abrindo uma vantagem de dois a zero. Logo depois o peruano Sandoval descontou para o Litoral. A partir daí a partida ficou tensa, com muitas jogadas ríspidas. Aos trinta e três minutos, Ismael trocou socos com um adversário e foi expulso. Com menos um, o Vasco passou o resto da partida se defendendo dos contantes ataques peruanos. Há poucos minutos do final o lateral Augusto sai de campo por contusão. Apesar de toda pressão do Litoral, o placar acabou se configurando como uma vitória cruzmaltina por 2 a 1.

O jogo seguinte seria contra um dos favoritos, o Nacional. Nesta partida o Vasco exibiu uma grande atuação, vencendo o time uruguaio por 4x1, gols de Ademir, Maneca, Danilo e Friaça. Assim como no jogo anterior, a arbitragem fora polêmica: o árbitro anulou um gol contra legítimo de um defensor adversário. Ainda na partida, o cruzmaltino Ademir torceu o tornozelo. O exame apontou uma fratura no tornozelo direito, o que tirou o atacante do resto da competição.

Aplicando goleadas em grandes times da época, como o 4 x 1 no Nacional, e 4 x 0 no Municipal, o Vasco foi caminhando ao título invicto. No último jogo, um empate de 0x0 com o River Plate garantiu ao Vasco mais um título, o maior do clube até a conquista da Libertadores da América em 1998.

Em 1949, com a contratação do atacante Heleno de Freitas, o Vasco marcou no Carioca 84 vezes em 20 jogos, um recorde até então. Depois de uma virada sobre seu maior rival, o Flamengo, em que o time perdia de 2x0 no primeiro tempo e virou para 5x2, o Vasco ganhou mais uma vez um título Carioca invicto. No estadual do ano seguinte, depois de um mal início, o time se reergeu, e aplicando diversas goleadas (9x1 no Madureira, 7x0 no Canto do Rio, 7x2 no Bonsucesso e 4x0 no Fluminense), ganhou mais um título, o penúltimo do Expresso.

Ainda em 1950, ano de Copa do Mundo, a Seleção Brasileira, que contava em sua formação titular com seis jogadores do Vasco além do técnico Flávio Costa, era considerada a favorita para conquistar o título inédito da competição. No entanto, a surpreendente derrota perante o Uruguai no jogo final tirou da equipe um título dado como certo. Em 1951 o Vasco excursionou ao próprio Uruguai, onde goleou o Peñarol, base da seleção uruguaia, por 3x0. Já no Brasil, ganhou novamente do Peñarol e do Nacional, ambos por 2x0. Esses dois jogos foram muito comemorados pelos brasileiros, que sentiram sua alma lavada da derrota de 50.

Porém, o time já mostrava sinais de cansaço e envelhecimento. O clube não passou de um sétimo lugar no Torneio Rio-São Paulo e de um quinto lugar no Carioca do mesmo ano.

A recuperação ocorreu em 1952. Apesar de estar desacreditado pela imprensa, que classificava o time de "velho" (o que, de fato, não era mentira), o Expresso fez uma ótima campanha e se sagrou campeão por antecipação, na penúltima rodada, ao vencer o Bangu por 2x1.

Era o último sopro de glória daquele grande time. Era preciso encontrar gente nova. Os jogadores antigos foram então substituídos por novos valores, como Vavá, o substituto de Ademir, que estreava naquele ano.

Fonte: Wikipedia

Análise pós-jogo: Vasco 3 x 0 Americano

Enfim o Vasco consegue sua primeira vitória no ano. Mostrando mais vontade em campo, o Gigante da Colina não encontrou dificuldades em vencer o fraco time do Americano e conseguiu sair da incomoda zona de rebaixamento.
O Vasco começou a pressionar logo no início, quando Caíque deu um belo lançamento para o Éder Luiz que finalizou mal. O Vasco usava bem as laterais do campo, se aproveitando do fato do time do Americano estar desorganizado taticamente. O lateral Fagner chegou perto de marcar 2 vezes: uma cobrando falta e outra em um chute de fora da área. Ramon também teve uma boa atuação, e diferente do que vinha acontecendo, saiu de campo tendo seu nome gritado pela torcida. O Vasco continuou dominando o jogo e criando oportunidades, quase sempre usando as laterais do campo.
E foi justamente através das laterais que o Vasco conseguiu seu primeiro gol. Jeferson lançou o Ramon na esquerda, que limpou o marcador e cruzou na cabeça de Marcel, que fez o primeiro gol do Vasco na partida. O Marcel já havia mandado uma bola na trave e já tinha também obrigado ao goleiro Jeferson do Americano a fazer uma boa defesa.
Para o segundo tempo de jogo, Ricardo Gomes colocou Felipe no lugar de Caíque, que não fez um bom primeiro tempo. e o Felipe correspondeu, apesar de perder algumas bolas bobas, distribuiu o jogo, dando bons passes para seus companheiros.
O Vasco seguiu dominando o jogo, e logo aos 8 minutos ampliou o placar, Dedé fez de cabeça, após cobrança de escanteio do Jeferson.
O Vasco quase ampliou o placar com o felipe, que recebeu excelente passe de Jeferson, invadiu a área, driblou o zagueiro e chutou, mas carimbou a trave.
Quem esteve mais perto de marcar o terceiro gol da partida foi o Americano. aos 24 minutos, Eduardo Costa fez um penalti. O jogador Felipe, do Americano bateu, mas Fernando Prass defendeu a cobrança com os pés, mostrando que o dia era mesmo cruzmaltino.
E o meia Jeferson teve sua grande atração coroada com um belo gol. Aos 34 minutos, o meia marca o terceiro gol do Vasco em um chute da entrada da área. O meia, sem dúvida, foi o melhor jogador em campo.
O que não pode acontecer é o Vasco se iludir com a vitória, principalmente a diretoria, que precisa buscar reforços do tamanho da grandeza do Vasco, pois o atual elenco é muito limitado. Mas de qualquer modo, temos que comemorar a vitória e torcer para dias melhores chegarem na Colina histórica.

Ficha do jogo:

VASCO 3 X 0 AMERICANO
Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Romulo, Jeferson (Enrico) e Caíque (Felipe); Eder Luis e Marcel.Jeferson; Elson, Carlão, Jeferson Capixaba e Catatau; Flávio Medina, Índio (Guaçuí), Renan, Wellinton (Felipe) e Gustavinho e Diego.
Técnico: Ricardo GomesTécnico: Toninho Andrade
Gols: Marcel, aos 35 minutos do primeiro tempo; Dedé, aos oito, e Jeferson aos 34 minutos da segunda etapa.
Cartões amarelos: Elson, Guaçuí, Renan (AME), Felipe, Eduardo Costa (VAS)
Data: 06/02/2011. Local: São Januário, Rio de Janeiro. Árbitro: Pathrice Maia. Auxiliares: Ricardo Nogueira da Silva e Ralph Coutinho Carneiro.
Público: 1171 pagantes. Renda: R$ 29.830,00

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Mais uma vez...

... Carlos Alberto sai de um clube envolvido em polêmica. Não quero entrar no mérito dele ele estar errado ou o Roberto estar errado. Ambos estão errados.
O Carlos Alberto teve uma passagem muito irregular no Vasco. Ele foi muito importante sim, na retomada à Série A do Brasileirão, em 2009, quando foi um dos poucos jogadores que aceitaram a jogar na 2ª divisão. Tudo bem que na época ele não tinha muita opção no mercado e o fato dele ser empresariado por Carlos Leite, facilitou muito a ida dele para o Vasco, mas ele cumpriu muito bem o papel que foi designado para ele, o de líder do time. o Carlos Alberto tinha 3 missões no Vasco: a primeira era, lógico, fazer com que o Vasco voltasse a elite; a segunda era fazer com que a torcida ganhasse um ídolo, um jogador de referência para os torcedores, coisa que o Vasco não produzia a muito tempo, os ídolos que vinham passando pelo Vasco, eram ídolos antigos, em fim de carreira, como Edmundo e Pedrinho. O Vasco tinha tempo que não tinha um ídolo atual, com pouca idade e a terceira missão era tentar recuperar a sua imagem no mercado do futebol, ele tentaria fazer o povo esquecer a fama de jogador problemático que ele tinha.
O Ano de 2009 foi uma maravilha para o Carlos Alberto, mas em 2010 ele não conseguiu se consolidar como o ídolo e principal jogador do Vasco, pois passou maior parte das partidas sem poder jogar por causa das seguidas lesões, lesões essas que não impediram de ele ser flagrado nas rodas de samba acompanhado de um belo copo de cerveja.
e em 2011 ele não conseguiu atuar bem nas que fez. A torcida já estava com a paciência com ele esgotada, devido a ausência dele nas partidas de 2010. e após uma discussão com o presidente ele foi afastado e hoje já está acertado com o Grêmio, para jogar até o fim do ano no time gaúcho.
Carlos Alberto não pode ser considerado um ídolo. fez poucas partidas pelo Vasco, não conquistou títulos que valham a pena comemorar, entre outras atitudes. O Carlos Alberto é um ídolo de barro, que agora foi molhado, e pode acabar de vez.
O retorno dele ao Vasco é incerto, principalmente se o Dinamite for reeleito.
Boa sorte ao Carlos Alberto, não considero um ídolo, mas um grande jogador que passou pelo Vasco e por isso quero que ele se acerto no Grêmio.
Agora resta a nós vascaínos esperar quem o Dinamite vai trazer para suprir a ausência de Zé Roberto e Carlos Alberto. e Pelo amor de Deus, não me venham com o quase aposentado Juninho Pernambucano, não vamos queimar os poucos ídolos que temos hoje em dia.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Análise pós-jogo: Vasco 0 x 0 Volta Redonda

O Vasco, apesar de ter lutado, mais uma vez não conseguiu a vitória, mesmo jogando em São Januário, o que aumenta ainda mais a frustração dos torcedores cruzmaltinos.
No primeiro tempo, o Vasco se mostrou um time diferente das partidas anteriores, usando bastante as laterais do campo, o Vasco insistia nas infiltrações e nas bolas alçadas na área para o atacante Marcel, que mais uma vez não mostrou um futebol digno de um jogador contratado como a solução para a falta de gols do time. Se movimentava muito pouco, o que facilitava para a marcação do Volta redonda, que montou o time com três zagueiros. O Vasco seguiu tentando alçar as bolas para o Marcel, porém os laterais não acertavam os cruzamentos. O Vasco só ameaçou aos 29 minutos, quando o goleiro tirou com os pés um chute de Misael, após receber passe de Eder Luiz, que havia feito uma boa jogada pela direita.
Logo depois, aos 30 minutos, Eder Luiz invadiu a área, limpou do zagueiro, mas finalizou por cima. o Vasco seguiu dominando o jogo, mas sem criar muitas oportunidades, sempre insistindo nas jogadas pelas laterais do campo. o meia Jefferson, tentava organizar o time, mas não estava em uma noite inspirada.
O Vasco voltou a ameaçar aos 43 minutos. Eder luiz toca para Misael, que ajeita para Rômulo, que chuta por cima do gol.
No intervalo o atacante Marcel disse que faltava tranquilidade na hora de finalizar.
O Vasco voltou para o segundo tempo sem alterações e com a mesma forma de jogar, insistindo nos cruzamentos para o Marcel.
Ramon, que havia feito um bom primeiro tempo, voltou do intervalo desligado. Perdeu uma boa oportunidade e aos 8 minutos quase entrega um gol para o Volta Redonda.
O Vasco falhava muito nas finalizações, e Marcel não fazia uma boa partida.
Aos 12 minutos, o técnico interino Gaúcho fez duas substituições: saiu Marcel e Ramon e entrou Patrick e Márcio Careca, respectivamente.
O time começou a ficar nervoso, e passou a arriscar chutes de longa distancia, mas a pontaria dos jogadores estava muito ruim.
Aos 23 minutos, Caíque entra no lugar de Misael, e logo na primeira vez que ele toca na bola, dá uma arrancada e chuta de fora da área, a bola vai para fora, mas passa perto.
Com o nervosismo, o time passou a errar mais, o que as vezes deixava brecha para um contra-ataque do Volta Redonda, mas que quase sempre era interrompido pelo Dedé, que fez boa partida.
Aos 33 o Vasco perde o gol mais feito da partida. Jefferson deixou Eder Luiz na cara do gol, mas o atacante chutou encima do goleiro adversário.
Aos 38, Anderson Martins partiu para o ataque e fez um gol, mas foi anulado após juiz marcar impedimento do zagueiro vascaíno.
A última boa jogada do Vasco na partida foi aos 46 minutos, quando o Patrick, que mostrou mais movimentação que o Marcel, chutou da entrada da área, mas a bola foi por cima.
O juiz deu 8 minutos de acréscimo, mas o Vasco não conseguiu ameaçar mais o Voltaço.

O Vasco segue sem vencer esse ano, deixando mais uma vez sua torcida apreensiva com o futuro do time.
A verdade é que falta qualidade, falta técnica ao time do Vasco. O time precisa urgente de contratações que somem ao time qualidade. Mesmo com a possível volta do Carlos Alberto e com a já certa volta do felipe, o Gigante da Colina precisa de jogadores de alto nível, pois com o atual time, nem o melhor técnico do mundo pode conseguir ganhar algo. E o Vasco, por sua tradição, não é time de disputar campeonato, o Vasco é time de brigar por títulos.
Nos resta esperar para ver o que o Ricardo Gomes pode fazer com esse time e esperar que a diretoria corra atrás de reforços de verdades. o Vasco não precisa de jogador para compor elenco, o Vasco precisa de jogadores que cheguem para resolver.

Ficha Técnica:

VASCO 0 X 0 VOLTA REDONDA
Fernando Prass; Irrazábal, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Eduardo Costa, Romulo e Jeferson; Misael (Caíque), Eder Luis e Marcel (Patric).Mauro; Thiago Maciel, Fernando Lombardi, Bruno Lança e Fabinho; Padovani, Jonilson, Radamés e Leandrinho (Adenis); Pedro Henrique (Gilmar) e Lopes (Nandinho).
Técnico: GaúchoTécnico: Dário Lourenço
Cartões amarelos: Eduardo Costa (VAS); Thiago Marciel, Fernando Lombardi (VOL)
Data: 03/02/11. Local: São Januário, no Rio de Janeiro. Árbitro: Djalma José Beltrami. Auxiliares: Silbert Faria Sisquim e Wendel de Paiva Gouvea.

Temos um novo comandante: Ricardo Gomes

Como eu já havia falado no post anterior, o novo treinador do Vasco seria Renê Simões ou Ricardo Gomes. Contrariando a preferência da maior parte da torcida, a diretoria acabou fechando com Ricardo Gomes.
Ricardo Gomes não é considerado um técnico de ponta, mas já dirigiu grandes equipes como Paris Saint German, Bordeaux e Monaco. Seu ultimo clube foi o São Paulo, de onde foi dispensado no meio do ano passado, após a eliminação do time na Libertadores.
Assim como o time do Vasco precisa se firmar, Ricardo Gomes também precisa se firmar como técnico. Sua carreira como treinador ainda não deslanchou, por isso o futuro dele no Vasco é uma icógnita. Todos torcemos para que ele acerte de uma vez o time, mas só com o tempo poderemos ver se a escolha da diretoria foi acertada ou não.
Durante a entrevista coletiva de apresentação, Ricardo Gomes disse que vai conversar com Carlos Alberto e com o Felipe, e pode reintegrar os dois ao elenco. Ele falou ainda que primeiro vai fazer uma avaliação do elenco e só depois estudar nomes para reforçar o time.
Um dos possíveis reforços é Leandro, meia-atacante que pertence ao Grêmio, mas que está afastado do time. O Jornalista Gilmar Ferreira, através de seu Twitter (@gilmarferreira), disse que além de Leandro, o Vasco negocia com mais dois jogadores, mas ele não disse quais jogadores.
O técnico Ricardo Gomes, trouxe o auxiliar Cristóvão Borges e o preparador físico Rodrigo Poletto para integrarem a comissão técnica vascaína, substituindo assim o Acácio e o Jorge Sotter, que sairam junto com o PC Gusmão.
Em tom de brincadeira, Ricardo Gomes disse que era mais difícil marcar o Roberto Dinamite do que tirar o Vasco da atual situação.

Bom, desejamos boa sorte ao Ricardo Gomes, e torcemos para que ele realmente nos tire da atual situação e faça voltar nossos dias de glória.

Ficha do treinador:

Nome: Ricardo Gomes Raymundo
Nascimento: 13 de dezembro de 1964, no Rio de Janeiro
Clubes como técnico: Paris Saint-Germain-FRA (1996 a 1998), Sport (1999), Vitória (1999 e 2000), Guarani (2001), Coritiba (2001), Juventude-RS (2002), Seleção Brasileira Sub-23 (2002 a 2004), Fluminense (2004), Flamengo (2004), Bordeaux-FRA (2005 a 2007), Monaco-FRA (2007 a 2009) e São Paulo (2009 e 2010).
Títulos como técnico: Copa da Liga Francesa (1998 e 2007), Copa da França (1998),
Troféu dos campeões da França (1998) e Copa do Nordeste (1999).

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Renê Simões ou Ricardo Gomes

Ao que tudo indica, o novo técnico do Vasco será um desses dois.
Hoje, via Twitter, o jornalista da Radio Globo RJ, Jorge Eduardo, noticiou que Ricardo Gomes confirmou estar negociando com o Vasco. Porém o nome de Renê Simões continua forte, principalmente entre os torcedores, que preferem o ex-técnico da Jamaica ao ex-treinador do São Paulo.
A bem da verdade, nenhum dos dois eram a primeira escolha do torcedor, e também da diretoria, quem vem encontrando muita dificuldade em acertar com o novo treinador. O Vasco já foi recusado por Carlos Queiroz e Dunga.
O presidente Roberto Dinamite prometeu anunciar o novo técnico até quinta-feira, mas é bem provável que a situação seja resolvida até amanhã.