domingo, 27 de fevereiro de 2011
Novo vestiário
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Não foi possível fazer a análise do ultimo jogo
Fernando Horta não vai concorrer as eleições vascaínas, entenda:
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Precisa-se de colaboradores
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Saiba mais sobre Diego Souza
Diego Souza iniciou sua carreira no Fluminense, em meados de 2003. Jogou mais dois anos pelo Tricolor Carioca, até ser vendido ao Benfica, por volta de maio de 2005.
Sem atuar uma vez sequer pelo clube português, acabou sendo emprestado ao Flamengo, dois meses mais tarde. Ao chegar no Flamengo declarou-se torcedor Rubro-Negro desde criança. Porém, fora de forma e acima do peso, não teve um bom rendimento e, assim sendo, acabou sendo devolvido ao Benfica.
Em 2007, o Benfica tornou a emprestar Diego Souza a um clube brasileiro, no caso, o Grêmio.
Mais magro e, em excelente fase técnica, veio a se transformar em um dos principais jogadores daquela equipe gremista, que conquistaria o Campeonato Gaúcho de 2007 e o vice-campeonato da Copa Libertadores da América de 2007.
Valorizado, após sua ótima passagem pelo Grêmio, teve seu passe comprado pela empresa Traffic, junto ao Benfica, por 3,75 milhões de euros.
Em seguida, no início de 2008, quando Grêmio e São Paulo o disputavam, Diego acabou decidindo-se por ir jogar no Palmeiras, de Vanderlei Luxemburgo, treinador da equipe Alviverde na ocasião, conquistando o Campeonato Paulista do mesmo ano. Na final, o Palmeiras encarou a Ponte Preta, onde venceu os 2 jogos, por
Na temporada de 2009, novamente pelo Campeonato Paulista, o jogador se exaltou e acabou sendo expulso. O Palmeiras perdeu por
Porém, ainda no mesmo ano, com boas atuações pela equipe paulistana no Campeonato Brasileiro, em setembro foi convocado por Dunga para defender a Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Após passagens por seleções de base, o jogador estreou pela seleção principal contra a Bolívia, em
Em 29 de novembro de 2009, na partida contra o Atlético Mineiro (vitória palmeirense por
Em 7 de dezembro de 2009, foi eleito o "Craque do Brasileirão" pela CBF, em evento realizado no Vivo Rio. Cerca de 500 pessoas relacionadas ao futebol participaram da votação. Porém, o Palmeiras que brigava pelo título, liderou a competição e perto do fim era apontado por muitos como o favorito para a conquista, após grande queda de rendimento, perdeu a liderança, não a recuperando mais e, na última rodada, ainda com chances de título, após perder para o Botafogo, no Engenhão, sequer conseguiu vaga para a Copa Libertadores da América de 2010. Com isso, Diego Souza foi duramente criticado, sobretudo pel aMancha Alviverde, principal torcida uniformizada do Palmeiras, que chegou a dar o "troféu pipoca" ao atleta, acusado de sumir em campo nos momentos decisivos do campeonato.
Em 13 de maio de 2010, Diego Souza foi afastado da equipe do Palmeiras, após dias de silêncio depois que ele foi substituído no jogo, pela Copa do Brasil, contra o Atlético Goianiense, xingando e fazendo gestos obscenos a algumas pessoas da torcida. Ele não se pronunciou, fato que gerou desgaste no elenco, acarretando no seu afastamento.
Quase dois meses depois, contra a vontade de Felipão, então técnico do Palmeiras, o atleta mudou de clube, passando a defender o Atlético Mineiro. No dia 30 de junho de 2010, Alexandre Kalil, presidente do clube, confirmou via Twitter a contratação de Diego Souza, apresentado no dia 2 de julho. O time mineiro investiu em torno de € 3 milhões (cerca de R$ 6,6 milhões), por 50% dos direitos do jogador, que pertenciam à Traffic.
Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Participante do BBB11 canta música do Vasco
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Plano de Governo da Cruzada Vascaína
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Análise pós-jogo: América 0 x 9 Vasco
| Mota; Edson, Luiz Antônio, Ronan, Bruno Santos; Ives, Rodolpho (Thiago Panelli), Felipe Silva e Leandrinho (Allanzinho); Hugo (Wellington) e Felipe Adão | Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Romulo, Fellipe Bastos, Felipe (Enrico) e Jeferson; Eder Luis (Caíque) e Marcel (Patric). |
| Técnico: Lulinha | Técnico: Ricardo Gomes |
| Gols: Fagner, aos 4, Felipe, aos 18, Ramon, aos 23, Marcel, ao 25 e Enrico, aos 37 do primeiro tempo, para o Vasco. Caíque, aos 5, Ramon aos 18, Jeferson, aos 24, Enrico, aos 44, do segundo tempo para o Vasco. | |
| Cartões amarelos: Bruno (América) e Fellipe Bastos e Ramon (Vasco) | |
| Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda). Data: 12/2/2011. Árbitro:Wagner do Santos Rosa. Auxiliares: Alexandre Eller e José Carlos Batista de Arruda | |
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Nova Coluna - Timaços
Expresso da Vitória é como é conhecido o que é considerado pela maioria o maior esquadrão de futebol da história do Club de Regatas Vasco da Gama e um dos maiores do Brasil, que jogou entre 1942 e 1952. A denominação teria surgido num programa musical da Rádio Nacional, onde um cantor, ao se apresentar, disse que dedicaria a música ao Vasco, chamado por ele de "Expresso da Vitória", por atropelar seus adversários em campo.
O Expresso foi o primeiro time brasileiro a ganhar um título internacional fora do Brasil, o Torneio dos Campeões Sul-Americanos de 1948. Ao todo, foram onze títulos em dez anos, sendo desses cinco Cariocas, dois vencidos de forma invicta. Formou a base da seleção carioca tricampeã do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em 1943, 1944 e 1946, e da seleção brasileira campeã sul-americana em 1949 e vice-campeã do mundo em 50, tendo no elenco da mesma oito jogadores vascaínos mais o técnico, Flávio Costa.
Em 1942 assumiu a presidência do Vasco Cyro Aranha. Naquela época, o clube vivia um incômodo jejum de cinco anos sem qualquer título dentro da cidade do Rio de Janeiro. Tentando reverter essa situação, Cyro adotou uma política de longo prazo, baseada na contratação de jovens jogadores. Foi assim que chegaram o goleiro Barbosa, o atacante Ademir, os meias Jair, Lelé, Isaías, Ely e Djalma e o ponta Chico. O técnico era o uruguaio Ondino Viera.
O primeiro título veio em 1944, com a vitória no Torneio Relâmpago. Mais tarde na mesma temporada, o elenco ainda viria a conquistar o Torneio Início e o Torneio Municipal. No Campeonato Carioca o Expresso chegou à última rodada empatado em pontos com o arqui-rival Flamengo. No final do jogo decisivo o jogador rubro-negro Valido marcou de cabeça o único gol do jogo, num lance duvidoso. O atacante teria se apoiado no zagueiro vascaíno Argemiro para cabecear. Contudo, o gol foi validado pelo árbitro e o time vascaíno acabou sendo vice-campeão.
O ano de 1945 foi o melhor do Expresso em número de títulos. O time foi bi-campeão dos Torneios Início e Municipal e campeão invicto carioca, fato que não ocorria havia mais de duas décadas. Neste carioca o escrete vascaíno produziu diversas goleadas, como os 5x1 sobre o Bangu e os 9x0 sobre o Bonsucesso, a maior goleada do torneio. O time base era composto por Rodrigues, Augusto e Rafanelli, Berascochea, Eli e Argemiro, Djalma, Ademir, Lelé, Isaías e Jair da Rosa Pinto.
Em 1946 o Vasco perdeu seu principal atacante: Ademir, que foi para Fluminense. Além dele, saía o uruguaio Ondino Viera e assumia o técnico Ernesto dos Santos. Mesmo com o importante desfalque, o Expresso ainda ganhou naquele ano o Torneio Relâmpago e o Torneio Municipal. Neste, estreava Barbosa, considerado por muitos o maior goleiro vascaíno de todos os tempos. No campeonato Carioca, contudo, o time não passou de um quinto lugar.
Em 1947 assumiu o técnico Flávio Costa, tricampeão em 1942, 1943 e 1944 pelo Flamengo, assumindo no lugar de Ernesto. Naquele ano o time foi tetracampeão do Torneio Municipal e mais uma vez campeão carioca invicto. O grande destaque da temporada foi o ataque vascaíno, composto por Djalma, Maneca, Friaça, Lelé e Chico. No Torneio Municipal foram 40 gols em 10 jogos; no campeonato estadual o time marcou 68 vezes em 20 jogos. Neste, o elenco aplicou diversas goleadas, se destacando os 14 a 1 sobre o Canto do Rio, maior placar da era profissional do futebol carioca.
Em 18 de dezembro de 1947 o Vasco recebeu o convite oficial para a disputa do Torneio dos Campeões Sul-Americanos, em Santiago, organizado pelo clube chileno Colo-Colo. Além do Vasco e do organizador, faziam parte da competição mais cinco clubes: o Nacional, campeão uruguaio de 1947; o Municipal, vice-campeão peruano do mesmo ano; o Litoral, campeão de La Paz em 1947; o equatoriano Emelec, convidado pelo anfitrião; e o River Plate,bicampeão argentino em 1941/42, campeão em 1945 e novamente em 1947. Este era o grande favorito do torneio: exercendo amplo domínio sobre o futebol argentino na década de 40, o time do River, apelidado de La Maquina (A Máquina), tinha como grande estrela Di Stéfano, considerado como o melhor jogador do mundo em sua época, enquanto o elenco argentino era apontado como o grande esquadrão sul-americano. Outro clube apontado como favorito era o Nacional; já o Vasco não gozava de tal prestígio entre a crônica internacional.
Os cruzmaltinos desembarcaram em Santiago no dia 8 de fevereiro. A delegação vascaína era composta por 26 membros sob a chefia de Diogo Rangel: o diretor, Octávio Póvoas; o médico Amílcar Giffoni; o massagista Mario Américo; o cozinheiro Laudelino de Oliveira; o árbitro Alberto da Gama Malcher; o jornalista Ricardo Serran (do jornal O Globo), o técnico Flavio Costa e dezoito jogadores. O time base era formado por: Barbosa, Barcheta, Augusto, Wilson, Rafagnelli, Ely, Danilo, Jorge, Moacir, Djalma, Nestor, Maneca, Ademir, Dimas, Lelé, Friaça, Ismael e Chico.
A estréia do Expresso ocorreu no dia 14 de fevereiro, contra o Litoral. No primeiro tempo o time vascaíno exerceu forte pressão sobre os peruanos, até Lelé abrir o marcador. No segundo tempo Lelé novamente marcou, abrindo uma vantagem de dois a zero. Logo depois o peruano Sandoval descontou para o Litoral. A partir daí a partida ficou tensa, com muitas jogadas ríspidas. Aos trinta e três minutos, Ismael trocou socos com um adversário e foi expulso. Com menos um, o Vasco passou o resto da partida se defendendo dos contantes ataques peruanos. Há poucos minutos do final o lateral Augusto sai de campo por contusão. Apesar de toda pressão do Litoral, o placar acabou se configurando como uma vitória cruzmaltina por 2 a 1.
O jogo seguinte seria contra um dos favoritos, o Nacional. Nesta partida o Vasco exibiu uma grande atuação, vencendo o time uruguaio por 4x1, gols de Ademir, Maneca, Danilo e Friaça. Assim como no jogo anterior, a arbitragem fora polêmica: o árbitro anulou um gol contra legítimo de um defensor adversário. Ainda na partida, o cruzmaltino Ademir torceu o tornozelo. O exame apontou uma fratura no tornozelo direito, o que tirou o atacante do resto da competição.
Aplicando goleadas em grandes times da época, como o 4 x 1 no Nacional, e 4 x 0 no Municipal, o Vasco foi caminhando ao título invicto. No último jogo, um empate de 0x0 com o River Plate garantiu ao Vasco mais um título, o maior do clube até a conquista da Libertadores da América em 1998.
Em 1949, com a contratação do atacante Heleno de Freitas, o Vasco marcou no Carioca 84 vezes em 20 jogos, um recorde até então. Depois de uma virada sobre seu maior rival, o Flamengo, em que o time perdia de 2x0 no primeiro tempo e virou para 5x2, o Vasco ganhou mais uma vez um título Carioca invicto. No estadual do ano seguinte, depois de um mal início, o time se reergeu, e aplicando diversas goleadas (9x1 no Madureira, 7x0 no Canto do Rio, 7x2 no Bonsucesso e 4x0 no Fluminense), ganhou mais um título, o penúltimo do Expresso.
Ainda em 1950, ano de Copa do Mundo, a Seleção Brasileira, que contava em sua formação titular com seis jogadores do Vasco além do técnico Flávio Costa, era considerada a favorita para conquistar o título inédito da competição. No entanto, a surpreendente derrota perante o Uruguai no jogo final tirou da equipe um título dado como certo. Em 1951 o Vasco excursionou ao próprio Uruguai, onde goleou o Peñarol, base da seleção uruguaia, por 3x0. Já no Brasil, ganhou novamente do Peñarol e do Nacional, ambos por 2x0. Esses dois jogos foram muito comemorados pelos brasileiros, que sentiram sua alma lavada da derrota de 50.
Porém, o time já mostrava sinais de cansaço e envelhecimento. O clube não passou de um sétimo lugar no Torneio Rio-São Paulo e de um quinto lugar no Carioca do mesmo ano.
A recuperação ocorreu em 1952. Apesar de estar desacreditado pela imprensa, que classificava o time de "velho" (o que, de fato, não era mentira), o Expresso fez uma ótima campanha e se sagrou campeão por antecipação, na penúltima rodada, ao vencer o Bangu por 2x1.
Era o último sopro de glória daquele grande time. Era preciso encontrar gente nova. Os jogadores antigos foram então substituídos por novos valores, como Vavá, o substituto de Ademir, que estreava naquele ano.
Fonte: Wikipedia
Análise pós-jogo: Vasco 3 x 0 Americano
| Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Romulo, Jeferson (Enrico) e Caíque (Felipe); Eder Luis e Marcel. | Jeferson; Elson, Carlão, Jeferson Capixaba e Catatau; Flávio Medina, Índio (Guaçuí), Renan, Wellinton (Felipe) e Gustavinho e Diego. |
| Técnico: Ricardo Gomes | Técnico: Toninho Andrade |
| Gols: Marcel, aos 35 minutos do primeiro tempo; Dedé, aos oito, e Jeferson aos 34 minutos da segunda etapa. | |
| Cartões amarelos: Elson, Guaçuí, Renan (AME), Felipe, Eduardo Costa (VAS) | |
| Data: 06/02/2011. Local: São Januário, Rio de Janeiro. Árbitro: Pathrice Maia. Auxiliares: Ricardo Nogueira da Silva e Ralph Coutinho Carneiro. | |
| Público: 1171 pagantes. Renda: R$ 29.830,00 | |
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Mais uma vez...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Análise pós-jogo: Vasco 0 x 0 Volta Redonda
| Fernando Prass; Irrazábal, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Eduardo Costa, Romulo e Jeferson; Misael (Caíque), Eder Luis e Marcel (Patric). | Mauro; Thiago Maciel, Fernando Lombardi, Bruno Lança e Fabinho; Padovani, Jonilson, Radamés e Leandrinho (Adenis); Pedro Henrique (Gilmar) e Lopes (Nandinho). |
| Técnico: Gaúcho | Técnico: Dário Lourenço |
| Cartões amarelos: Eduardo Costa (VAS); Thiago Marciel, Fernando Lombardi (VOL) | |
| Data: 03/02/11. Local: São Januário, no Rio de Janeiro. Árbitro: Djalma José Beltrami. Auxiliares: Silbert Faria Sisquim e Wendel de Paiva Gouvea. | |
Temos um novo comandante: Ricardo Gomes
Nascimento: 13 de dezembro de 1964, no Rio de Janeiro
Clubes como técnico: Paris Saint-Germain-FRA (1996 a 1998), Sport (1999), Vitória (1999 e 2000), Guarani (2001), Coritiba (2001), Juventude-RS (2002), Seleção Brasileira Sub-23 (2002 a 2004), Fluminense (2004), Flamengo (2004), Bordeaux-FRA (2005 a 2007), Monaco-FRA (2007 a 2009) e São Paulo (2009 e 2010).
Títulos como técnico: Copa da Liga Francesa (1998 e 2007), Copa da França (1998),
Troféu dos campeões da França (1998) e Copa do Nordeste (1999).