sexta-feira, 6 de maio de 2011

O Time da Virada!

O Vasco está mostrando mais uma vez que é o time da virada. E não da virada de uma partida, mas de uma maneira de jogar.

Começamos o ano de forma bisonho, jogávamos mal, perdíamos para times inexpressivos, em suma, estava um verdadeiro caos. Carlos Alberto e Felipe foram afastados, técnico foi demitido, jogadores foram contratados e um novo técnico chamado para resolver o problema! Tá certo que o Ricardo Gomes não era a preferência dos torcedores, mas foi ele que veio e a torcida teve que apoiar. Não sei qual das medidas surtiu mais efeito, se foram os novos jogadores, o novo técnico ou os dois juntos, acontece que o Vasco da Taça Rio e da Copa do Brasil é outro bem diferente do time da Taça Guanabara.

O Vasco hoje joga um futebol, que mesmo não sendo sempre bonito, é eficiente, marcando a saída de bola do adversário, saindo rápido nos contra-ataques e criando diversas oportunidades de gol. Não foi Campeão da Taça Rio por uma fatalidade, pois merecia ter ganho aquela partida contra o Flamengo.

Destaco a partida contra o Náutico nos aflitos e ontem contra o Atlético-PR, partidas onde o Vasco mesmo jogando fora de casa, se portou muito bem em campo, fazendo excelentes partidas.
Logicamente temos muito o que melhorar, ainda não podemos nos considerar uns dos sérios candidatos ao título do Brasileirão, mas vejo chances reais de ganharmos a Copa do Brasil.
Para considerarmos nosso elenco pronto para disputar o maior campeonato nacional de futebol do mundo, precisamos de algumas peças cruciais no elenco, como um lateral direito para a reserva do Fagner, mais um zagueiro para suprir as possíveis ausências do Dedé e do Anderson Martins, um atacante finalizador para disputar posição com o Alecsandro. Mas de qualquer modo, acredito numa disputa pela vaga da Libertadores.

Para um time que começou o ano perdendo para times inexpressivos e já sendo considerado uma força em decadência pela Flapress, estamos mais vivos do que nunca, com um time bom como não se via há muito tempo! O Vasco é mesmo o time da virada, é mesmo o time do amor! O amor da sua imensa torcida bem feliz que empurra o Expresso da Vitória, ou melhor, o Trem Bala da Colina, de volta ao rumo dos títulos e das glórias!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

E São Januário continua lindo...

Lá se vão 86 anos desde a criação do maior e mais bonito estádio particular do Rio de Janeiro, São Januário.
Um senhor de 86 mas com aparência de bem mais novo, o estádio que fez aniversário nesta quinta-feira, vem recebendo reformas estruturais e estéticas para continuar lindo e funcional.
Construído com dinheiro de doações dos vascaínos da época, o estádio teve um grande contratempo para sua construção. Washington Luiz, presidente da época, não autorizou a importação do cimento belga, cimento que era usado na época para este tipo de construção. Com isso, o Vasco mostrou seu já conhecido espirito de superação e inventou uma solução, usou uma mistura de cimento, areia e pedra britada.
O estádio já recebeu jogos da seleção Brasileira, discursos de presidentes, shows, desfiles de atlatas olimpicos e logicamente, o plantel vascaíno.
Mas São Januário não é feito só para o futebol. Podemos encontrar espaços para a prática de muitos outros esportes, pois o estádio possui: Parque aquático, ginásio poliesportivo, quadra de tênis, além de alojamento para os jogadores da base, o Colégio Vasco da Gama, hotel concentração, capela, restaurante, loja do clube e sala de troféus .
O Vasco reformou recentemente a sala de imprensa, os vestiários e as arquibancadas. Já foram anunciadas reformas no parque aquático, as obras da nova loja já foram iniciadas e em breve serão criados camarotes.
São Januário é um vovô, mas com espírito jovem!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Mais uma postagem de teste

desculpem mais uma vez assinantes de feed, mas é para melhorar o blog e atrair mais leitores!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Chico Anysio, o vascaíno mais engraçado do mundo!

Hoje o Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, ou o popular Chico Anysio, completa 80 anos e o Blog Expresso da Vitória faz uma homenagem a esse ilustre vascaíno, que sempre defendeu nossa bandeira!

O Chico nasceu em Maranguape e veio para o RJ com 8 anos de idade. Começou a carreira artistica na Rádio Guanabara, onde exerceu diversas funções, entre elas, comentarista de futebol.
Na TV Rio estreou em 1957 o Noite de Gala. Em 1959, estreou o programa Só Tem Tantã, lançado por Joaquim Silvério de Castro Barbosa, mais tarde chamado de Chico Total. Além de escrever e interpretar seus próprios textos no rádio, televisão e cinema, sempre com humor fino e inteligente, Chico se aventurou com relativo destaque pelo jornalismo esportivo, teatro, literatura e pintura, além de ter composto e gravado algumas canções.

Chico tem tido diversos problemas de saúde, tendo sido internado várias vezes. A ultima internação durou 100 dias, sendo 85 dias na CTI. Teve alta no ultimo dia 23.

Declaradamente vascaíno, nunca escondeu seu amor pela Cruz de Malta, tendo defendido o Vasco diversas vezes, inclusive em um famoso manifesto contra a Flapress, criticando os jornalistas Fernando Calazans e Renato Mauricio Prado, além do comentarista Galvão Bueno, segue abaixo o texto citado:

“O jogo de futebol do domingo, no Rio, ao mesmo tempo que deu o título ao Flamengo, nos mostrou com maior claridade duas coisas: a primeira, que o Vasco jogou contra o Flamengo, como eu sempre supunha e não contra o Felipe, como imaginava a nossa clarividente crítica esportiva. O Felipe não foi nenhuma diferença e isto é o lógico, porque ele está tão perto do Garrincha quanto eu do Tony Bennett.

A segunda coisa foi melancólica, porque eu me acostumei a comentar jogos desde os 17 anos de idade e sempre fiz o máximo para não deixar interferir nos meus comentários minha preferência por um clube ou pelo outro. E sempre consegui. Nesta semana de uma final, no Rio, como sempre aconteceu, surgiram coisas que foram faladas, prometidas, ameaçadas etc. Tudo isto existe para ser minimizado pela crônica, porque não é papel de um jornalista aumentar um fogo que ainda nem se sabe se será aceso. Fernando Calazans e Maurício Prado, dois cronistas do Flamengo que recebem um salário do jornal 'O Globo', passaram a semana inteira incitando o árbitro contra os defensores do Vasco, colocando as coisas de modo que à primeira falta sobre o Felipe fosse dado um cartão amarelo e, posteriormente, o vermelho. É claro que o time dos prestigiados cronistas, quando era bom, nos tempos de Mozer, Andrade, Adílio, Zico e Tita, podia abrir mão deste expediente feio, para usar o mais lindos dos adjetivos. Não se promove uma partida atirando o árbitro contra os jogadores do time adversário, pois isto, na dependência do que ocorrer no jogo, pode causar um grande problema com as torcidas e não é exatamente este o dever de um cronista esportivo. E não nos esqueçamos de um agravante: no atual estágio do nosso futebol, nem os times e nem os árbitros prestam. O Flamengo venceu, o Vasco teve um jogador expulso (por causa do Felipe), mas os dois cronistas rubro-negros do 'Globo', são, para mim, figuras expúrias porque apesar de não serem mais crianças, ainda não aprenderam a ter um bom comportamento de adulto. O que eles fizeram foi coisa de meninos sem responsabilidade; se eles não são isso, já sei o que são: pífios. Quanto à transmissão do Galvão Bueno, ele poderia ser mais honesto e vestir uma camisa do Flamengo.

Ary Barroso fazia isso e era genial. É melhor ser francamente torcedor de um time do que ser do tipo desses de quem eu falei. A cada dia que passa mais eu louvo o Washington Rodrigues, que já foi até treinador do Flamengo e comenta sem torcer. É difícil, porque para isso precisa ter talento”. Chico Anysio

Esse post era para sair ontem, porém o virtua saiu do ar, me deixando sem internet, paciência.

domingo, 10 de abril de 2011

"Jornalista" Milton Neves x Vasco da Gama

Desde a partida de volta, contra o ABC o "jornalista" Milton Neves vem trocando farpas com a torcida vascaína. Ele alega que o Vasco ganhou roubado, devido ao penalti duvidoso (que na minha visão existiu, mas é claro que o Ramon valorizou) dado pelo árbitro da partida. Até aí tudo bem, essas discussões fazem parte do futebol, mas além disso ele resolveu ofender a instituição Vasco da Gama, falando que o Vasco hoje em dia é um time pequeno. Como pequeno? Como um clube com aproximadamente 20 milhões de torcedores pode ser pequeno? Como um clube que conquistou 4 Campeonatos Brasileiros é pequeno? Como um clube que conquistou 2 Libertadores, sendo uma delas em 1948, que foi o primeiro título internacional de uma equipe brasileira, é pequeno? Pequeno é um apresentador que precisa fazer anuncios de patrocinadores de 2 em 2 minutos em seu programa para conseguir mante-lo no ar.
Além de ofender a instituição centenária e pioneira Vasco da Gama, ele ofendeu diretamente seus adeptos, chamando-nos de trouxas e ainda teve a pachorra de falar que nós é que somos os sem educação!

Abaixou alguns prints tirados do twitter do "jornalista". Ele alega no proprio twitter que só falou que o ABC foi "operado", mas tá aí as afirmações dele chamando o Vasco de time pequeno, que foi o real motivo da revolta da torcida.


Acredito que a intenção dele era apenas instigar as discussões com os torcedores do Vasco, mas ele acabou faltando com respeito para com uma nação de 20 milhões de torcedores e não de meia dúzia que o ofendeu via twitter, como ele alegou.

Ao perguntar sobre a questão ao Vinícius Gonçalves, assessor de imprensa do time profissional do Vasco da Gama, via twitter, recebi a seguinte resposta:

Eu realmente fiquei indignado no momento, hoje, já não estou ligando muito para o que esse "jornalista" fala, aliás, ele não tem crédito, se até no programa que ele comanda, ele é achincalhado pelos parceiros de palco.

Mas fica aqui o registro de tudo o que foi falado pelo "jornalista", pois, sabendo que o sitado é um "duas-caras", caso o Vasco ganhe o título carioca ou a Copa do Brasil, logo ele irá elogiar, afinal ele rege seus conceitos e falas, da maneira como irá lhe favorecer no momento. Nem que para isso ele tenha que passar por cima do que falou no passado...

terça-feira, 8 de março de 2011

O Jogo da Virada

Buscando recuperar o apoio da torcida, que ficou abalado com mais uma derrota para um time considerado pequeno, a diretoria vascaína decidiu lançar uma campanha de marketing para o jogo desta quarta-feira de cinzas em São Januário. Um ingresso de arquibancada normal, custará R$ 10,00.

Ainda terão outras promoções. Em homenagem ao dia internacional das mulheres foi criada a promoção "Mulheres apaixonadas". Para participar uma vascaína deverá entrar no site oficial do clube (www.crvascodagama.com) e responder a seguinte pergunta: "Eu sou apaixonada pelo Vasco porque..." as 20 melhores respostas serão premiadas e as torcedoras assistirão a partida na tribuna de honra ao lado do presidente Roberto Dinamite.

Outra promoção é o "Grito de Carnaval Vascaíno". Para concorrer basta enviar uma mensagem com o tema para o Twitter oficial do clube (@crvascodagama). Os autores das 3 frases mais criativas ganharão 1 par de ingressos para o chamado Jogo da Virada.

Outra novidade será a compra de ingressos pela internet, através do site www.futebolcard.com.br. Se o cartão utilizado for Visa, basta o comprador passar o mesmo cartão utilizado na compra do ingresso pela internet na catraca da entrada, sem a necessidade de levar o ingresso.

Confira as informações sobre os serviços do jogo.

1) Bilheterias disponíveis para a venda antecipada:

Vendas no dia 03/03/2011 e 04/03/2011 das 10h às 17h
dia 05/03/2011 das 10h às 13h,
dia 08/03/2011 das 10h às 17h
e no dia do jogo das 10h até o intervalo da partida.

2) Postos de venda:

- São Januário bilheteria 17
- Rua São Januário, 452 (portão 11)
- Sede Náutica da Lagoa
- Sede do Calabouço
- Laranjeiras
- Lojas Nação Cruzmaltina Av. São João 34 lj 114 Niteroi

3) Os sócios poderão comprar antecipadamente os seus ingressos também nos postos de venda fora de São Januário e pela internet.

4) No dia do jogo, as bilheterias de São Januário ficarão abertas até o intervalo.

5) Fechamento dos portões será aos 15 minutos do segundo tempo.

Preços

Arquibancada Inteira R$ 10,00 - meia R$ 5,00
Cadeira Social Inteira R$ 20,00 - meia R$ 10,00
Poltrona Inteira R$ 40,00 - meia R$ 20,00

- Estudantes (com comprovante) e pessoas com até 21 anos (com documentos com foto) têm direito ao desconto de 50% no preço do ingresso.

Acessos ao Estádio

- Sócios - portão principal - portão estacionamento.
- Arquibancada Central – portão 9B e portão 11.

- Arquibancada de Curva – portão 5.

O acesso do público com direito à GRATUIDADE:

- Sócios – Portão 19 ao lado do Estacionamento do Porta 18.
- Arquibancadas - Portões 5, 9B e (11) Visitante.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Novo vestiário

Amanhã será inaugurado o novo vestiário do time profissional em São Januário. O novo vestiário não deve nada aos padrões europeus. Possui mesas de massagem com duchas, banheiras, saunas, hidros e os armários são personalizados.
Nas paredes podemos encontrar nomes dos grandes ídolos vascaínos, a linda história vascaína e imagens dos grandes momentos do clube.
O Vasco passa por um periodo de reformas. Essa semana já havia terminado a nova pintura das arquibancadas. O desenho da pintura foi escolhida pelos sócios através do site "o Vasco é meu".

veja abaixo a matéria apresentada no Esporte Espetacular de hoje:


Essas reformas são importantes, mas como elas só aconteceram agora perto das eleições, fica aquela sensação de obras eleitorais, que nossos políticos costumam fazer. O investimento em São Januário é muito legal, mas precisamos mais de investimento no time, precisamos de jogadores com qualidade, precisamos gritar novamente "É CAMPEÃO!"

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Não foi possível fazer a análise do ultimo jogo

Peço desculpas aos leitores do blog, mas devido a compromissos profissionais, não pude fazer a análise pós-jogo entre Comercial-MS 1 x 7 Vasco. Espero que isso não volte a ocorrer e continuamos em busca de colaboradores, interessados entrar em contato pelo e-mail expressodavitoria@hotmail.com.

Saudações Vascaínas.

Fernando Horta não vai concorrer as eleições vascaínas, entenda:

Alegando divergências entre o grupo que ele lidera e o grupo do ex-presidente vascaíno Eurico Miranda, Fernando Horta retirou sua candidatura à presidente do Vasco.
O presidente da escola de samba Unidos da Tijuca, atual campeã do carnaval carioca, era visto como o grande adversário para a reeleição de Roberto Dinamite. Com a desistência, o atual presidente vascaíno, passa a ter grandes chances de se reeleger.
Não é que não vai haver oposição, pois temos as candidaturas do ex vice-presidente de marketing da gestão Dinamite, José Henrique Coelho, do empresário Leonardo Gonçalves, da cruzada vascaína e também de Nelson Medrado Dias. Mas aparentemente nenhum desses candidatos parece ter força suficiente para derrubar a atual gestão.
É provável que o grupo do Eurico Miranda lance um novo candidato, mas ainda não a um nome certo, o próprio Eurico Miranda pode acabar vindo como candidato.
Apesar de não ter assumido, a divergência entre Eurico e Horta se deve ao fato de que o Eurico exigia ser nomeado Vice Presidente de Futebol e receber total liberdade para exercer a função, ele queria que suas decisões sobre o departamento de futebol fosse soberanas. Horta não concordou e para não rachar de vez a oposição, preferiu retirar sua candidatura.
Por mim, nem a antiga diretoria e nem a atual diretoria mereciam ser eleita, eu preferia dar oportunidade a um novo grupo político.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Precisa-se de colaboradores

Queridos leitores, estou tendo problemas no meu trabalho e anda difícil manter o blog e o twitter atualizados, então estou procurando colaboradores para me ajudar a manter o blog sempre com posts novos. os interessados entrar em contato pelo e-mail expressodavitoria@hotmail.com. É necessário escrever bem e, logicamente, falar sobre o Vasco. Precisa postar pelo menos 1 vez por semana.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Saiba mais sobre Diego Souza

O Vasco está próximo de anunciar o Diego Souza, meia que joga atualmente no Atlético-MG. O jogador viveu seu melhor momento quando jogava pelo Gremio em 2007. O meia tem ligações com dois rivais do Gigante da Colina. Ele foi formado no Fluminense e quando foi contratado pelo Flamengo, disse que era torcedor do time rubro-negro desde a infância. Conheça um pouco mais sobre a carreira do Diego Souza.

Carreira:

Diego Souza iniciou sua carreira no Fluminense, em meados de 2003. Jogou mais dois anos pelo Tricolor Carioca, até ser vendido ao Benfica, por volta de maio de 2005.

Sem atuar uma vez sequer pelo clube português, acabou sendo emprestado ao Flamengo, dois meses mais tarde. Ao chegar no Flamengo declarou-se torcedor Rubro-Negro desde criança. Porém, fora de forma e acima do peso, não teve um bom rendimento e, assim sendo, acabou sendo devolvido ao Benfica.

Em 2007, o Benfica tornou a emprestar Diego Souza a um clube brasileiro, no caso, o Grêmio.

Mais magro e, em excelente fase técnica, veio a se transformar em um dos principais jogadores daquela equipe gremista, que conquistaria o Campeonato Gaúcho de 2007 e o vice-campeonato da Copa Libertadores da América de 2007.

Valorizado, após sua ótima passagem pelo Grêmio, teve seu passe comprado pela empresa Traffic, junto ao Benfica, por 3,75 milhões de euros.

Em seguida, no início de 2008, quando Grêmio e São Paulo o disputavam, Diego acabou decidindo-se por ir jogar no Palmeiras, de Vanderlei Luxemburgo, treinador da equipe Alviverde na ocasião, conquistando o Campeonato Paulista do mesmo ano. Na final, o Palmeiras encarou a Ponte Preta, onde venceu os 2 jogos, por 1 a 0 no Estádio Moisés Lucarelli e por 5 a 0 no Palestra Itália, partida em que Diego Souza foi expulso.

Na temporada de 2009, novamente pelo Campeonato Paulista, o jogador se exaltou e acabou sendo expulso. O Palmeiras perdeu por 2 a 1 para o Santos e acabou sendo eliminado, em partida válida pelas semi-finais da competição, quando Diego Souza deu uma rasteira no zagueiro Domingos, que havia acabado de entrar em campo.

Porém, ainda no mesmo ano, com boas atuações pela equipe paulistana no Campeonato Brasileiro, em setembro foi convocado por Dunga para defender a Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Após passagens por seleções de base, o jogador estreou pela seleção principal contra a Bolívia, em La Paz, no dia 11 de outubro, quando os brasileiros foram derrotados por 2 a 1. Diego Souza teve atuação discreta e na ocasião, o Brasil perdeu uma invencibilidade de 19 jogos.

Em 29 de novembro de 2009, na partida contra o Atlético Mineiro (vitória palmeirense por 3 a 1), Diego fez o gol mais bonito da sua carreira e, possivelmente, o mais bonito do Estádio Palestra Itália, onde chutou a bola "de primeira" e de "voleio" do meio de campo, encobrindo o goleiro uruguaio Fabián Carini.

Em 7 de dezembro de 2009, foi eleito o "Craque do Brasileirão" pela CBF, em evento realizado no Vivo Rio. Cerca de 500 pessoas relacionadas ao futebol participaram da votação. Porém, o Palmeiras que brigava pelo título, liderou a competição e perto do fim era apontado por muitos como o favorito para a conquista, após grande queda de rendimento, perdeu a liderança, não a recuperando mais e, na última rodada, ainda com chances de título, após perder para o Botafogo, no Engenhão, sequer conseguiu vaga para a Copa Libertadores da América de 2010. Com isso, Diego Souza foi duramente criticado, sobretudo pel aMancha Alviverde, principal torcida uniformizada do Palmeiras, que chegou a dar o "troféu pipoca" ao atleta, acusado de sumir em campo nos momentos decisivos do campeonato.

Em 13 de maio de 2010, Diego Souza foi afastado da equipe do Palmeiras, após dias de silêncio depois que ele foi substituído no jogo, pela Copa do Brasil, contra o Atlético Goianiense, xingando e fazendo gestos obscenos a algumas pessoas da torcida. Ele não se pronunciou, fato que gerou desgaste no elenco, acarretando no seu afastamento.

Quase dois meses depois, contra a vontade de Felipão, então técnico do Palmeiras, o atleta mudou de clube, passando a defender o Atlético Mineiro. No dia 30 de junho de 2010, Alexandre Kalil, presidente do clube, confirmou via Twitter a contratação de Diego Souza, apresentado no dia 2 de julho. O time mineiro investiu em torno de 3 milhões (cerca de R$ 6,6 milhões), por 50% dos direitos do jogador, que pertenciam à Traffic.


Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Participante do BBB11 canta música do Vasco

o BBB Maurício, assumidamente vascaíno, em conversa com outros brothers, defendeu que o Flamengo nunca foi hexa, e que só foi penta ao ganhar o título de 2009. "É só entrar lá, cbf.com.br, e conta quantos títulos o Flamengo tem, nego não sabe contar." - Disse o brother. e no final da conversa, ao ser perguntado para qual time ele torcia, Maurício cantou um trecho do Samba-enredo 'De Gama a Vasco, a epopéia da Tijuca', feito pela Unidos da Tijuca, no ano que a Escola homenageou o Vasco pelo seu centenário.
Outro fato do Maurício relacionado ao Vasco, foi durante a casa de vidro. Sempre que mostravam a ele uma camisa do Vasco, ele gritava Vascão.

veja o vídeo:


Crédito do vídeo: Reporte da Colina(@reportercolina)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Plano de Governo da Cruzada Vascaína

Caso o grupo denominado Cruzada Vascaína ganhe as eleições do Gigante da Colina, eles já estão preparados. Eles lançaram através do site do movimento (www.wordpress.cruzadavascaina.com.br) o plano de governo, que demonstra como eles iriam administrar o Vasco. Liderado pelo empresário Leonardo Gonçalves, a Cruzada Vascaína surge como opção para aqueles que não gostaram da atual administração do Roberto Dinamite e teme que o Eurico participe da administração do Vasco caso Fernando Horta seja eleito(não estamos falando que o Eurico apoia o Horta, é apenas a especulação que corre nos meios de comunicações e midias sociais). O lema do movimento é: "Não somos o 'Velho Vasco' e nem o 'Novo Vasco'. Somos Vasco"

Leia o Plano de Governo, clicando aqui.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Análise pós-jogo: América 0 x 9 Vasco

Enfim o Vasco vence e convence neste Campeonato Carioca 2011. Com uma grandiosa atuação do meia Jeferson, que vem se firmando como o principal jogador do time neste início de temporada, com destaque aos laterais Fagner e Ramon, o Vasco aplicou a maior goleada do campeonato deste ano e quebrou o recorde da maior goleada no chamado Clássico da Paz.
O América começou até bem no jogo, tanto que a primeira vez que o Vasco foi ao ataque foi aos 4 minutos de jogo, e logo neste primeiro ataque, o Vasco abriu o placar. Fagner avançou pela direita, tocou para o Éder Luis, que invadiu a área pela direita, devolveu ao Fagner, que limpou o marcador e chutou para fazer Vasco 1 a 0.
O América ainda perdeu uma boa oportunidade aos 8 minutos, em uma falha de marcação da zaga vascaína, mas a partir daí, o Vasco passou a controlar a partida, mas sem grandes ameaças ao goleiro do Mequinha.
o Vasco voltou a marcar aos 18 minutos. Em um contra-ataque puxado por Éder Luis, o atacante rolou para o Felipe, que arriscou de fora da área. A bola desvia zaga do América e enganou o goleiro, Vasco 2 a 0. O Meia que havia falado que era mais fácil a estátua do Romário fazer gol do que ele, contrariou as próprias palavras.
Logo após o retorno da parada técnica, aos 23 minutos, Ramon sofreu uma falta próximo a área que ele mesmo cobrou e ampliou o placar. Vasco 3 a 0.
2 minutos depois, Marcel marca o 4° gol vascaíno. O artilheiro do time na temporada escorou de cabeça uma cobrança de escanteio.
Aos 35 minutos, após se machucar no olho, o meia Felipe foi substituído por Enrico. Felipe que vinha sendo criticado, saiu de campo aplaudido e tendo seu nome gritado.
O dia era mesmo dos jogadores contestados pela torcida. Em seu primeiro lance na partida, Enrico recebe passe sozinho na área e toca no contrapé do goleiro. Vasco 5 a 0.
No segundo tempo, o Vasco manteve a postura ofensiva, tanto que aos 5 minutos, o Vasco já voltaria a ampliar o placar. Caíque, que substituiu Éder Luis, recebeu dentro da área e marcou o 6° gol vascaíno.
O Vasco seguiu dominando a partida, com o América se lançando poucas vezes ao ataque.
O Vasco voltou a marcar aos 18 minutos. Ramon divide uma bola com um zagueiro americano dentro da área adversária, a bola sobra para o Jeferson, que mesmo caído, toca para o Ramon ampliar. Vasco 7 a 0.
Aos 24 minutos, após boa jogada pela lateral esquerda, Jeferson invade a área adversária e chuta, marcando o 8° gol vascaíno na partida e coroa de vez sua grande atuação.
O Vasco seguiu criando oportunidades de gol, principalmente com Jeferson e Patric, que havia entrado no lugar do Marcel.
E para fechar a partida, o Vasco faz o 9° gol. Caíque vira o jogo para o Jéferson na esquerda, que rola para Enrico dar números finais à partida. Vasco 9 a 0.
Apesar de não valer nada, a partida serviu para elevar a moral do time e principalmente dos jogadores contestados como Felipe e Ramon, que tiveram seus nomes gritados pela torcida, assim como o nome do treinador Ricardo Gomes. O Próximo jogo do Vasco é contra o Comercial, pela Copa do Brasil. Nos resta usar esse tempo até a Taça Rio começar para treinar bastante e aprimorar a parte física e técnica. Mas a despedida do time da Taça Guanabara foi à altura de suas tradições.


Ficha técnica:

AMÉRICA 0 X 9 VASCO
Mota; Edson, Luiz Antônio, Ronan, Bruno Santos; Ives, Rodolpho (Thiago Panelli), Felipe Silva e Leandrinho (Allanzinho); Hugo (Wellington) e Felipe AdãoFernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Romulo, Fellipe Bastos, Felipe (Enrico) e Jeferson; Eder Luis (Caíque) e Marcel (Patric).
Técnico: LulinhaTécnico: Ricardo Gomes
Gols: Fagner, aos 4, Felipe, aos 18, Ramon, aos 23, Marcel, ao 25 e Enrico, aos 37 do primeiro tempo, para o Vasco. Caíque, aos 5, Ramon aos 18, Jeferson, aos 24, Enrico, aos 44, do segundo tempo para o Vasco.
Cartões amarelos: Bruno (América) e Fellipe Bastos e Ramon (Vasco)
Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda). Data: 12/2/2011. Árbitro:Wagner do Santos Rosa. Auxiliares: Alexandre Eller e José Carlos Batista de Arruda

Veja os gols da partida:

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Nova Coluna - Timaços

Vamos estreiar hoje uma nova coluna no blog, onde iremos contar sobre os grandes times que o Vasco formou durante seus mais de 100 anos de história. Toda segunda-feira a história de um timaço do Vasco.

Vamos começar a coluna pelo o time que ficou conhecido como Expresso da Vitória, expressão que virou sinônimo de grande time e que deu origem ao nome deste blog.


Expresso da Vitória

Expresso da Vitória é como é conhecido o que é considerado pela maioria o maior esquadrão de futebol da história do Club de Regatas Vasco da Gama e um dos maiores do Brasil, que jogou entre 1942 e 1952. A denominação teria surgido num programa musical da Rádio Nacional, onde um cantor, ao se apresentar, disse que dedicaria a música ao Vasco, chamado por ele de "Expresso da Vitória", por atropelar seus adversários em campo.

O Expresso foi o primeiro time brasileiro a ganhar um título internacional fora do Brasil, o Torneio dos Campeões Sul-Americanos de 1948. Ao todo, foram onze títulos em dez anos, sendo desses cinco Cariocas, dois vencidos de forma invicta. Formou a base da seleção carioca tricampeã do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em 1943, 1944 e 1946, e da seleção brasileira campeã sul-americana em 1949 e vice-campeã do mundo em 50, tendo no elenco da mesma oito jogadores vascaínos mais o técnico, Flávio Costa.

Em 1942 assumiu a presidência do Vasco Cyro Aranha. Naquela época, o clube vivia um incômodo jejum de cinco anos sem qualquer título dentro da cidade do Rio de Janeiro. Tentando reverter essa situação, Cyro adotou uma política de longo prazo, baseada na contratação de jovens jogadores. Foi assim que chegaram o goleiro Barbosa, o atacante Ademir, os meias Jair, Lelé, Isaías, Ely e Djalma e o ponta Chico. O técnico era o uruguaio Ondino Viera.

O primeiro título veio em 1944, com a vitória no Torneio Relâmpago. Mais tarde na mesma temporada, o elenco ainda viria a conquistar o Torneio Início e o Torneio Municipal. No Campeonato Carioca o Expresso chegou à última rodada empatado em pontos com o arqui-rival Flamengo. No final do jogo decisivo o jogador rubro-negro Valido marcou de cabeça o único gol do jogo, num lance duvidoso. O atacante teria se apoiado no zagueiro vascaíno Argemiro para cabecear. Contudo, o gol foi validado pelo árbitro e o time vascaíno acabou sendo vice-campeão.

O ano de 1945 foi o melhor do Expresso em número de títulos. O time foi bi-campeão dos Torneios Início e Municipal e campeão invicto carioca, fato que não ocorria havia mais de duas décadas. Neste carioca o escrete vascaíno produziu diversas goleadas, como os 5x1 sobre o Bangu e os 9x0 sobre o Bonsucesso, a maior goleada do torneio. O time base era composto por Rodrigues, Augusto e Rafanelli, Berascochea, Eli e Argemiro, Djalma, Ademir, Lelé, Isaías e Jair da Rosa Pinto.

Em 1946 o Vasco perdeu seu principal atacante: Ademir, que foi para Fluminense. Além dele, saía o uruguaio Ondino Viera e assumia o técnico Ernesto dos Santos. Mesmo com o importante desfalque, o Expresso ainda ganhou naquele ano o Torneio Relâmpago e o Torneio Municipal. Neste, estreava Barbosa, considerado por muitos o maior goleiro vascaíno de todos os tempos. No campeonato Carioca, contudo, o time não passou de um quinto lugar.

Em 1947 assumiu o técnico Flávio Costa, tricampeão em 1942, 1943 e 1944 pelo Flamengo, assumindo no lugar de Ernesto. Naquele ano o time foi tetracampeão do Torneio Municipal e mais uma vez campeão carioca invicto. O grande destaque da temporada foi o ataque vascaíno, composto por Djalma, Maneca, Friaça, Lelé e Chico. No Torneio Municipal foram 40 gols em 10 jogos; no campeonato estadual o time marcou 68 vezes em 20 jogos. Neste, o elenco aplicou diversas goleadas, se destacando os 14 a 1 sobre o Canto do Rio, maior placar da era profissional do futebol carioca.

Em 18 de dezembro de 1947 o Vasco recebeu o convite oficial para a disputa do Torneio dos Campeões Sul-Americanos, em Santiago, organizado pelo clube chileno Colo-Colo. Além do Vasco e do organizador, faziam parte da competição mais cinco clubes: o Nacional, campeão uruguaio de 1947; o Municipal, vice-campeão peruano do mesmo ano; o Litoral, campeão de La Paz em 1947; o equatoriano Emelec, convidado pelo anfitrião; e o River Plate,bicampeão argentino em 1941/42, campeão em 1945 e novamente em 1947. Este era o grande favorito do torneio: exercendo amplo domínio sobre o futebol argentino na década de 40, o time do River, apelidado de La Maquina (A Máquina), tinha como grande estrela Di Stéfano, considerado como o melhor jogador do mundo em sua época, enquanto o elenco argentino era apontado como o grande esquadrão sul-americano. Outro clube apontado como favorito era o Nacional; já o Vasco não gozava de tal prestígio entre a crônica internacional.

Os cruzmaltinos desembarcaram em Santiago no dia 8 de fevereiro. A delegação vascaína era composta por 26 membros sob a chefia de Diogo Rangel: o diretor, Octávio Póvoas; o médico Amílcar Giffoni; o massagista Mario Américo; o cozinheiro Laudelino de Oliveira; o árbitro Alberto da Gama Malcher; o jornalista Ricardo Serran (do jornal O Globo), o técnico Flavio Costa e dezoito jogadores. O time base era formado por: Barbosa, Barcheta, Augusto, Wilson, Rafagnelli, Ely, Danilo, Jorge, Moacir, Djalma, Nestor, Maneca, Ademir, Dimas, Lelé, Friaça, Ismael e Chico.

A estréia do Expresso ocorreu no dia 14 de fevereiro, contra o Litoral. No primeiro tempo o time vascaíno exerceu forte pressão sobre os peruanos, até Lelé abrir o marcador. No segundo tempo Lelé novamente marcou, abrindo uma vantagem de dois a zero. Logo depois o peruano Sandoval descontou para o Litoral. A partir daí a partida ficou tensa, com muitas jogadas ríspidas. Aos trinta e três minutos, Ismael trocou socos com um adversário e foi expulso. Com menos um, o Vasco passou o resto da partida se defendendo dos contantes ataques peruanos. Há poucos minutos do final o lateral Augusto sai de campo por contusão. Apesar de toda pressão do Litoral, o placar acabou se configurando como uma vitória cruzmaltina por 2 a 1.

O jogo seguinte seria contra um dos favoritos, o Nacional. Nesta partida o Vasco exibiu uma grande atuação, vencendo o time uruguaio por 4x1, gols de Ademir, Maneca, Danilo e Friaça. Assim como no jogo anterior, a arbitragem fora polêmica: o árbitro anulou um gol contra legítimo de um defensor adversário. Ainda na partida, o cruzmaltino Ademir torceu o tornozelo. O exame apontou uma fratura no tornozelo direito, o que tirou o atacante do resto da competição.

Aplicando goleadas em grandes times da época, como o 4 x 1 no Nacional, e 4 x 0 no Municipal, o Vasco foi caminhando ao título invicto. No último jogo, um empate de 0x0 com o River Plate garantiu ao Vasco mais um título, o maior do clube até a conquista da Libertadores da América em 1998.

Em 1949, com a contratação do atacante Heleno de Freitas, o Vasco marcou no Carioca 84 vezes em 20 jogos, um recorde até então. Depois de uma virada sobre seu maior rival, o Flamengo, em que o time perdia de 2x0 no primeiro tempo e virou para 5x2, o Vasco ganhou mais uma vez um título Carioca invicto. No estadual do ano seguinte, depois de um mal início, o time se reergeu, e aplicando diversas goleadas (9x1 no Madureira, 7x0 no Canto do Rio, 7x2 no Bonsucesso e 4x0 no Fluminense), ganhou mais um título, o penúltimo do Expresso.

Ainda em 1950, ano de Copa do Mundo, a Seleção Brasileira, que contava em sua formação titular com seis jogadores do Vasco além do técnico Flávio Costa, era considerada a favorita para conquistar o título inédito da competição. No entanto, a surpreendente derrota perante o Uruguai no jogo final tirou da equipe um título dado como certo. Em 1951 o Vasco excursionou ao próprio Uruguai, onde goleou o Peñarol, base da seleção uruguaia, por 3x0. Já no Brasil, ganhou novamente do Peñarol e do Nacional, ambos por 2x0. Esses dois jogos foram muito comemorados pelos brasileiros, que sentiram sua alma lavada da derrota de 50.

Porém, o time já mostrava sinais de cansaço e envelhecimento. O clube não passou de um sétimo lugar no Torneio Rio-São Paulo e de um quinto lugar no Carioca do mesmo ano.

A recuperação ocorreu em 1952. Apesar de estar desacreditado pela imprensa, que classificava o time de "velho" (o que, de fato, não era mentira), o Expresso fez uma ótima campanha e se sagrou campeão por antecipação, na penúltima rodada, ao vencer o Bangu por 2x1.

Era o último sopro de glória daquele grande time. Era preciso encontrar gente nova. Os jogadores antigos foram então substituídos por novos valores, como Vavá, o substituto de Ademir, que estreava naquele ano.

Fonte: Wikipedia

Análise pós-jogo: Vasco 3 x 0 Americano

Enfim o Vasco consegue sua primeira vitória no ano. Mostrando mais vontade em campo, o Gigante da Colina não encontrou dificuldades em vencer o fraco time do Americano e conseguiu sair da incomoda zona de rebaixamento.
O Vasco começou a pressionar logo no início, quando Caíque deu um belo lançamento para o Éder Luiz que finalizou mal. O Vasco usava bem as laterais do campo, se aproveitando do fato do time do Americano estar desorganizado taticamente. O lateral Fagner chegou perto de marcar 2 vezes: uma cobrando falta e outra em um chute de fora da área. Ramon também teve uma boa atuação, e diferente do que vinha acontecendo, saiu de campo tendo seu nome gritado pela torcida. O Vasco continuou dominando o jogo e criando oportunidades, quase sempre usando as laterais do campo.
E foi justamente através das laterais que o Vasco conseguiu seu primeiro gol. Jeferson lançou o Ramon na esquerda, que limpou o marcador e cruzou na cabeça de Marcel, que fez o primeiro gol do Vasco na partida. O Marcel já havia mandado uma bola na trave e já tinha também obrigado ao goleiro Jeferson do Americano a fazer uma boa defesa.
Para o segundo tempo de jogo, Ricardo Gomes colocou Felipe no lugar de Caíque, que não fez um bom primeiro tempo. e o Felipe correspondeu, apesar de perder algumas bolas bobas, distribuiu o jogo, dando bons passes para seus companheiros.
O Vasco seguiu dominando o jogo, e logo aos 8 minutos ampliou o placar, Dedé fez de cabeça, após cobrança de escanteio do Jeferson.
O Vasco quase ampliou o placar com o felipe, que recebeu excelente passe de Jeferson, invadiu a área, driblou o zagueiro e chutou, mas carimbou a trave.
Quem esteve mais perto de marcar o terceiro gol da partida foi o Americano. aos 24 minutos, Eduardo Costa fez um penalti. O jogador Felipe, do Americano bateu, mas Fernando Prass defendeu a cobrança com os pés, mostrando que o dia era mesmo cruzmaltino.
E o meia Jeferson teve sua grande atração coroada com um belo gol. Aos 34 minutos, o meia marca o terceiro gol do Vasco em um chute da entrada da área. O meia, sem dúvida, foi o melhor jogador em campo.
O que não pode acontecer é o Vasco se iludir com a vitória, principalmente a diretoria, que precisa buscar reforços do tamanho da grandeza do Vasco, pois o atual elenco é muito limitado. Mas de qualquer modo, temos que comemorar a vitória e torcer para dias melhores chegarem na Colina histórica.

Ficha do jogo:

VASCO 3 X 0 AMERICANO
Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Romulo, Jeferson (Enrico) e Caíque (Felipe); Eder Luis e Marcel.Jeferson; Elson, Carlão, Jeferson Capixaba e Catatau; Flávio Medina, Índio (Guaçuí), Renan, Wellinton (Felipe) e Gustavinho e Diego.
Técnico: Ricardo GomesTécnico: Toninho Andrade
Gols: Marcel, aos 35 minutos do primeiro tempo; Dedé, aos oito, e Jeferson aos 34 minutos da segunda etapa.
Cartões amarelos: Elson, Guaçuí, Renan (AME), Felipe, Eduardo Costa (VAS)
Data: 06/02/2011. Local: São Januário, Rio de Janeiro. Árbitro: Pathrice Maia. Auxiliares: Ricardo Nogueira da Silva e Ralph Coutinho Carneiro.
Público: 1171 pagantes. Renda: R$ 29.830,00

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Mais uma vez...

... Carlos Alberto sai de um clube envolvido em polêmica. Não quero entrar no mérito dele ele estar errado ou o Roberto estar errado. Ambos estão errados.
O Carlos Alberto teve uma passagem muito irregular no Vasco. Ele foi muito importante sim, na retomada à Série A do Brasileirão, em 2009, quando foi um dos poucos jogadores que aceitaram a jogar na 2ª divisão. Tudo bem que na época ele não tinha muita opção no mercado e o fato dele ser empresariado por Carlos Leite, facilitou muito a ida dele para o Vasco, mas ele cumpriu muito bem o papel que foi designado para ele, o de líder do time. o Carlos Alberto tinha 3 missões no Vasco: a primeira era, lógico, fazer com que o Vasco voltasse a elite; a segunda era fazer com que a torcida ganhasse um ídolo, um jogador de referência para os torcedores, coisa que o Vasco não produzia a muito tempo, os ídolos que vinham passando pelo Vasco, eram ídolos antigos, em fim de carreira, como Edmundo e Pedrinho. O Vasco tinha tempo que não tinha um ídolo atual, com pouca idade e a terceira missão era tentar recuperar a sua imagem no mercado do futebol, ele tentaria fazer o povo esquecer a fama de jogador problemático que ele tinha.
O Ano de 2009 foi uma maravilha para o Carlos Alberto, mas em 2010 ele não conseguiu se consolidar como o ídolo e principal jogador do Vasco, pois passou maior parte das partidas sem poder jogar por causa das seguidas lesões, lesões essas que não impediram de ele ser flagrado nas rodas de samba acompanhado de um belo copo de cerveja.
e em 2011 ele não conseguiu atuar bem nas que fez. A torcida já estava com a paciência com ele esgotada, devido a ausência dele nas partidas de 2010. e após uma discussão com o presidente ele foi afastado e hoje já está acertado com o Grêmio, para jogar até o fim do ano no time gaúcho.
Carlos Alberto não pode ser considerado um ídolo. fez poucas partidas pelo Vasco, não conquistou títulos que valham a pena comemorar, entre outras atitudes. O Carlos Alberto é um ídolo de barro, que agora foi molhado, e pode acabar de vez.
O retorno dele ao Vasco é incerto, principalmente se o Dinamite for reeleito.
Boa sorte ao Carlos Alberto, não considero um ídolo, mas um grande jogador que passou pelo Vasco e por isso quero que ele se acerto no Grêmio.
Agora resta a nós vascaínos esperar quem o Dinamite vai trazer para suprir a ausência de Zé Roberto e Carlos Alberto. e Pelo amor de Deus, não me venham com o quase aposentado Juninho Pernambucano, não vamos queimar os poucos ídolos que temos hoje em dia.